Sou eu....
Professor Paquito

Sou Paquito...
Simplesmente simples,
Realmente real,
Grandiosamente grande e
Humildemente humilde...
De resto é peso mesmo!


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Porque a vida é apenas um detalhe simples no Todo complexo da Fatalidade!

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Sociologia
Apesar da luta de toda a classe de sociólogos, essa é uma disciplina que ainda não conquistou seu espaço na educação e formação dos jovens brasileiros. Mesmo acreditando que esse espaço deva ser conquistado com luta e inteligência, e ainda sabendo que enquanto não houver consciência de classe essa conquista não se aproximará, luto para que um dia a inteligência política possa ser ensinada nas escolas. Parabenizo aos colégios de vanguarda que acreditaram na importância da consciência que a sociologia pode abrir na alma de seus alunos.

Observação aos meus alunos: Acreditando em tudo isso, busco sempre trazer-lhes tal conhecimento e esse espaço é uma prova disso.


Intermática
Interdisciplinaridade em informática, este é
o real nome da disciplina que visa ensinar a pesquisar e a
publicar os resultados na web.

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Cuidado, com certeza este assunto estará nos Vestibulares este ano,

 e se bobear poderá ser tema de redação na Unicamp!



 Escrito por Professor Paquito às 23h56
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Inaugurado!!!

Blog ndos professores DDDs, uma idealização minha e com colaboração de amigos inseparáveis, visitem!

www.professoresddds.blogspot.com



 Escrito por Professor Paquito às 15h45
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Muito me perguntam qual é o melhor método de se estudar e falar sobre as ciências humanas, ai vai minha resposta:

Uma Resenha não é apenas um resumo!

                                 Por Rodrigo Ferro

 

 

            Uma Resenha não é apenas um resumo textual, pois um resumo deve se ater a uma simples redução de idéias já presentes em um texto base, e quanto a resenha pode e deve ser uma avaliação da obra original, deve ser uma visão do escritor da resenha sobre o  texto base sobre o qual ele escreveu. Uma resenha deve apresentar os pontos mais relevantes de uma obra avaliada, bem como a linha geral de pensamento e análise que ela possa possuir.

      a avaliação crítica, é o ponto alto da resenha, onde o recensor mostra seu conhecimento, dialoga com o autor e/ou com leitor, dá-se ao direito de proceder a um julgamento. Há vários tipos de críticas, mas destacam-se: (a) a interna, quando se avalia o conteúdo da obra em si, a coerência diante de seus objetivos, se não apresenta falhas lógicas ou de conteúdo; e (b) a externa, quando se contextualiza o autor e a obra, inserindo-os em um quadro referencial mais amplo, seja histórico ou intelectual, mostrando sua contribuição diante de outros autores e sua originalidade.”  (Fonseca) Por trás das letras

 

            Em geral o autor de uma resenha deve ter algum conhecimento sobre a matéria pr4esente na obra resenhada, para que assim ele possa usar criticidade para criar um texto que desvende os caminhos da obra resenhada. As resenhas criticas podem sustentar a idéia do auto analisado bem como pode, e muitas vezes deve, trazer um debate aberto sobre as idéias do autor confrontando-as com as de outros autores ou ainda comas idéias do autor da própria resenha, como diz Júnia Lessa França:

 “Se o resumo do conteúdo da obra não está bem feito, o leitor que não o conhece encontrará dificuldades em acompanhar a análise crítica. Se, por outro lado, o recensor se limita a relatar o conteúdo, sem julgá-lo criticamente, ele estará escrevendo um resumo e não uma recensão crítica. Se ele não sustenta ou ilustra seus julgamentos com dados extraídos da obra recenceada, ele não dá ao leitor a oportunidade de formar seus próprios julgamentos”. (França)

            Assim sendo uma resenha de qualidade deve analisar um texto ou uma obra ressaltando suas qualidades e virtudes, mas também pode e deve reacender a discussão sobre possíveis lacunas e até mesmo erros trazidos sobre o texto resenhado

Mas é claro que nunca, podemos esquecer, ao fazer um a resenha, do contexto histórico e cultural a que a obra e seu autor estavam submetidos.

            È claro que por mais que entendamos o momento histórico em que foi criado o texto, bem como a cultura de seu autor, temos que cuidar para que a resenha não traga julgamentos levianos, pois não é de sua natureza faze-los. Ela deve sim ter embasamento para criticar ou reafirmar as idéias do texto resenhado, sem quaisquer juízos de valor descabidos, mas com profunda responsabilidade em lançar um debate.

             E por fim segundo o professor  Dr. Pedro Cezar Dutra Fonseca:

 “Uma boa resenha deve conter alem de sua responsabilidade crítica sobre o texto resenhado:

§               a referência bibliográfica da obra, preferencialmente seguindo a ABNT;

§               alguns dados biográficos relevantes do autor (titulação, vínculo acadêmico e outras obras, por exemplo);

§               o resumo da obra, ou síntese do conteúdo, destacando a área do conhecimento, o tema, as idéias principais e, opcionalmente, as partes ou capítulos em que se divide o trabalho. Deve-se deter no essencial, mostrando qual é o objetivo do autor, evitando recorrer a detalhes e exemplos, com máxima concisão. Este momento é mais informativo que crítico, embora a crítica já possa estar presente;

§               as categorias ou termos teóricos principais de que o autor se utiliza, precisando seu sentido, o que ajuda evidenciar seu approach teórico, situando-o no debate acadêmico e permitindo sua comparação com outros autores. Aqui não só se deve expor claramente como o autor conceitua ou define determinado termo teórico, mas já se deve introduzir críticas, seja à utilização ou à própria conceituação feita pelo autor;

            Assim em termos gerais, uma resenha deve manter-se como visão crítica de um autor sobre a obra do outro, conduzida em alto grau de respeito e ética, mas com intensa responsabilidade de dar ao leitor da resenha, bem como da obra resenhada, uma visão alternativa sobre o assunto debatido

 

 

 

 

E-bilbiografia

  • FONSECA,  Pedro Cezar Dutra -  Por trás das letras, site:http://www.portrasdasletras.com.br/pdtl2/sub.php?op=redacao/teoria/docs/resenha2m- ultimo acesso em 20/04/2008.

 

Bibliografia:

  • FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte, UFMG, 2000.
  • SILVA, Rebeca Peixoto da Silva et alii. Redação técnica. 2.ed. Porto Alegre, Formação, 1976.


 



 Escrito por Professor Paquito às 14h48
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Google earth na visão do homem aranha

 

          O Google Maps, O Google Earth e seu antecessor o Nasa world wind foram os divisores de águas entre a cartografia tradicional e a sua nova forma de representar o mundo. Antes as distorções de mapas traziam apenas uma idéia tendenciosa sobre a realidade do espaço projetado, a geografia por sua vez se ressentia de poder mostrar o mundo dinamicamente, e com a possibilidade de interação entre o mapa e seu interlocutor. Hoje esses recursos trouxeram para as mãos do homem o domínio de seu planeta. O homem passou a ser dono de um planeta em 3 dimensões, o ser humano pode então ver suas projeções de satélites organizadas em um esquema esférico que simula a realidade com muita perfeição. Ver o mundo, e ter a capacidade de realmente mergulhar em queda livre do espaço até o solo sem sair de casa, foi revolucionário. Os mapas distorcidos deram espaço ao conhecimento sistematizado e generalizado do mundo, tudo isso da forma mais interativa já vista, uma vez que em certos pontos o Google earth pode até simular o relevo ou os prédios de uma cidade em 3 dimensões, visão que somente se imaginava ter nos quadrinhos do herói aracnídeo americano. Pensando em termos pedagógicos essa ferramenta eliminou a estática de mapas tradicionais de antes, e criou a doce curiosidade do conhecimento sistemático dos espaços mundiais. Ver o mundo e suas áreas mais remotas através destas ferramentas tornou-se perfeito!

Rodrigo Ferro



 Escrito por Professor Paquito às 22h00
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