Sou eu....
Professor Paquito

Sou Paquito...
Simplesmente simples,
Realmente real,
Grandiosamente grande e
Humildemente humilde...
De resto é peso mesmo!


Lanterna Mágica
Um movimento visual Lúdico!
Porque a vida é apenas um detalhe simples no Todo complexo da Fatalidade!

Pink Floyd - The Wall
Uma visão sobre o controle cultural da Guerra Fria




Geografia



Central de Downloads


Temas de Redação Unicamp:

Indústria e Tecnologia

Fontes de Energia

Meio Ambiente

Epidemias e endemias


Sociologia
Apesar da luta de toda a classe de sociólogos, essa é uma disciplina que ainda não conquistou seu espaço na educação e formação dos jovens brasileiros. Mesmo acreditando que esse espaço deva ser conquistado com luta e inteligência, e ainda sabendo que enquanto não houver consciência de classe essa conquista não se aproximará, luto para que um dia a inteligência política possa ser ensinada nas escolas. Parabenizo aos colégios de vanguarda que acreditaram na importância da consciência que a sociologia pode abrir na alma de seus alunos.

Observação aos meus alunos: Acreditando em tudo isso, busco sempre trazer-lhes tal conhecimento e esse espaço é uma prova disso.


Intermática
Interdisciplinaridade em informática, este é
o real nome da disciplina que visa ensinar a pesquisar e a
publicar os resultados na web.

Para entrar em contato:

Galeria de Imagens
Vegetação








































Link-me
Pegue meu link






Visitas


amigos já passaram por aqui



online no momento



Créditos

CUBA

Uns dizem que foi o fim de uma ditadura, outros que foi o fim de ideologias falidas, eu particularmente acho que Fidel encarnou erroneamente o socialismo Stalinista, duro e ditatorial, porem sei que Fidel acima de tudo viveu para libertar Cuba.

 Cuba e Fidel se confundem, um só existe pelo e para o outro.

Agora o que será de Cuba?

Carta de Renúncia de Fidel Castro

"Queridos compatriotas:

Lhes prometi na última sexta-feira, 15 de fevereiro, que na próxima reflexão abordaria um tema de interesse para muitos compatriotas. A mesma adquire desta vez forma de mensagem.

Chegou o momento de postular e eleger o Conselho de Estado, seu presidente, vice-presidentes e secretário.

Desempenhei o honroso cargo de presidente ao longo de muitos anos. Em 15 de fevereiro de 1976, foi aprovada a Constituição Socialista pelo voto livre, direto e secreto de mais de 95% dos cidadãos com direito a votar. A primeira Assembléia Nacional foi constituída em 2 de dezembro desse ano e elegeu o Conselho de Estado e sua presidência. Antes, eu havia exercido o cargo de primeiro-ministro durante quase 18 anos. Sempre dispus das prerrogativas necessárias para levar adiante a obra revolucionária com o apoio da imensa maioria do povo.

Conhecendo meu estado crítico de saúde, muitos no exterior pensavam que a renúncia provisória ao cargo de presidente do Conselho de Estado em 31 de julho de 2006, que deixei nas mãos do primeiro vice-presidente, Raúl Castro Ruz, era definitiva. O próprio Raúl, que adicionalmente ocupa o cargo de ministro das Forças Armadas por méritos pessoais, e os demais companheiros da direção do Partido e do Estado, foram relutantes ao considerar-me afastado de meus cargos apesar de meu estado precário de saúde.

Era incômoda minha posição frente a um adversário que fez todo o imaginável para se desfazer de mim, e em nada me agradava satisfazê-lo.

Mais adiante pude alcançar de novo o domínio total de minha mente, a possibilidade de ler e meditar muito, obrigado pelo repouso. Me acompanhavam as forças físicas suficientes para escrever durante longas horas, as quais compartilhava com a reabilitação e os programas pertinentes de recuperação. Um sentido elementar comum me indicava que essa atividade estava a meu alcance. Por outro lado me preocupou sempre, ao falar de minha saúde, evitar ilusões no caso de um desenlace adverso, trariam notícias traumáticas a nosso povo no meio da batalha. Prepará-lo para minha ausência, psicológica e politicamente, era minha primeira obrigação depois de tantos anos de luta. Nunca deixei de sinalizar de que se tratava de uma recuperação "não livre de riscos".

Meu desejo sempre foi cumprir o dever até o último alento. É o que posso oferecer.

A meus queridos compatriotas, que me deram a imensa honra de ser eleito em dias recentes como membro do Parlamento, em cujo âmago se devem adotar acordos importantes para o destino de nossa Revolução, lhes comunico que não aspirarei nem aceitarei --repito-- não aspirarei nem aceitarei o cargo de presidente do Conselho de Estado e comandante em chefe.

Em breves cartas dirigidas a Randy Alonso, diretor do programa Mesa Redonda da Televisão Nacional, que foram divulgadas por um pedido meu, se incluíam discretamente elementos desta mensagem que hoje escrevo, e nem sequer o destinatário das missivas conhecia meu propósito. Tinha confiança em Randy porque o conheci bem quando era estudante universitário de jornalismo, e me reunia quase todas as semanas com os representantes principais dos estudantes universitários, no que já era conhecido como o interior do país, na biblioteca da ampla casa de Kohly, onde se abrigavam. Hoje, todo o país é uma imensa Universidade.

Parágrafos selecionados da carta enviada a Randy em 17 de dezembro de 2007:

'Minha mais profunda convicção é de que as respostas aos problemas atuais da sociedade cubana --que possui uma média educacional próxima a 12 graus, quase um milhão de graduados universitários e a possibilidade real de estudo para seus cidadãos sem discriminação alguma-- requerem mais variantes de resposta para cada problema concreto que as presentes em um tabuleiro de xadrez. Nem um só detalhe se pode ignorar, e não se trata de um caminho fácil, se é que a inteligência do ser humano em uma sociedade revolucionária há de prevalecer sobre seus instintos.

'Meu dever elementar não é aferrar-me a cargos, nem muito menos obstruir o passo a pessoas mais jovens, senão aportar experiências e idéias cujo modesto valor provem da época excepcional em que vivo.

'Penso como Niemeyer que se deve ser conseqüente até o final.'

Carta de 8 de janeiro de 2008:

"...Sou decidido partidário do voto unido (um princípio que preserva o mérito ignorado). Foi o que nos permitiu evitar as tendências a copiar o que vinha dos países do antigo campo socialista, entre elas o retrato de um candidato único, tão solitário como solidário a Cuba. Respeito muito aquela primeira tentativa de construir o socialismo, graças à qual pudemos continuar o caminho escolhido."

"Tinha muito presente que toda a glória do mundo cabe em um grão de milho", reiterava naquela carta.

Trairia portanto minha consciência ocupar uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total, que não estou em condições físicas de oferecer. Eu o explico sem dramatismo.

Felizmente nosso processo conta com quadros da velha guarda, junto a outros que eram muito jovens quando se iniciou a primeira etapa da Revolução. Alguns quase crianças se incorporaram aos combatentes das montanhas e depois, com seu heroísmo e suas missões internacionalistas, encheram de glória ao país. Contam com a autoridade e a experiência para garantir a substituição. Dispõe igualmente nosso processo da geração intermediária que aprendeu junto a nós os elementos da complexa e quase inacessível arte de organizar e dirigir uma revolução.

O caminho sempre será difícil e requererá o esforço inteligente de todos. Desconfio das sendas aparentemente fáceis da apologética, ou da auto-flagelação antítese. Preparar-se sempre para a pior das variantes. Ser tão prudentes no êxito como firmes na adversidade é um princípio que não se pode esquecer. O adversário a derrotar é notavelmente forte, mas o temos mantido a distância durante meio século.

Não me despeço de vocês. Desejo somente combater como um soldado das idéias. Seguirei escrevendo sob o título "Reflexões do companheiro Fidel". Será mais uma arma do arsenal com a qual se poderá contar. Talvez minha voz se escute. Serei cuidadoso.

Obrigado.

Fidel Castro Ruz,

18 de fevereiro de 2008,

17h30"

Tradução: Fabio de Paula



 Escrito por Professor Paquito às 23h18
*
*

2008

Reinauguração do Blog, rumo ao vestibular!

_____________________________________________________________

Essa é para vestibular!!!!
O Fantasma da guerra assobra os Balcãs
Sérvia nunca reconhecerá a independência de Kosovo

A Sérvia nunca reconhecerá a independência de Kosovo, afirmou o presidente sérvio Boris Tadic este domingo em um comunicado, no dia em que o Parlamento da província de maioria albanesa declarou a secessão de Belgrado.


O primeiro-ministro sérvio, Vojislav Kostunica, criticou o apoio do presidente americano George W. Bush à proclamação da independência de Kosovo.

"A Sérvia nunca reconhecerá a independência de Kosovo. A Sérvia reagiu e reagirá recorrendo a todos os meios pacíficos, diplomáticos e legais para revogar este ato executado pelas instituições de Kosovo", afirmou Tadic.

"A Sérvia não recorrerá à violência e é o único método que podemos utilizar para continuar nossa luta legítima para preservar a integridade de nosso país", destacou o presidente sérvio.

Tadic pediu às instituições internacionais em Kosovo que "anulem imediatamente este ato que se opõe aos princípios fundamentais da lei internacional".

Já o premier Kostunica criticou o presidente americano George W. Bush por seu apoio à independência de Kosovo.

"O presidente dos Estados Unidos, que é responsável por esta violência, assim como seus partidários europeus, entrarão para a história da Sérvia em letras negras", afirmou Kostunica.

As autoridades sérvias consideram os Estados Unidos os principais incentivadores da independência kosovar.

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/

2008/02/17/servia_nunca_reconhecera_a_independencia_de_kosovo_1194210.html

 



 Escrito por Professor Paquito às 23h12
*
*