Sou eu....
Professor Paquito

Sou Paquito...
Simplesmente simples,
Realmente real,
Grandiosamente grande e
Humildemente humilde...
De resto é peso mesmo!


Lanterna Mágica
Um movimento visual Lúdico!
Porque a vida é apenas um detalhe simples no Todo complexo da Fatalidade!

Pink Floyd - The Wall
Uma visão sobre o controle cultural da Guerra Fria




Geografia



Central de Downloads


Temas de Redação Unicamp:

Indústria e Tecnologia

Fontes de Energia

Meio Ambiente

Epidemias e endemias


Sociologia
Apesar da luta de toda a classe de sociólogos, essa é uma disciplina que ainda não conquistou seu espaço na educação e formação dos jovens brasileiros. Mesmo acreditando que esse espaço deva ser conquistado com luta e inteligência, e ainda sabendo que enquanto não houver consciência de classe essa conquista não se aproximará, luto para que um dia a inteligência política possa ser ensinada nas escolas. Parabenizo aos colégios de vanguarda que acreditaram na importância da consciência que a sociologia pode abrir na alma de seus alunos.

Observação aos meus alunos: Acreditando em tudo isso, busco sempre trazer-lhes tal conhecimento e esse espaço é uma prova disso.


Intermática
Interdisciplinaridade em informática, este é
o real nome da disciplina que visa ensinar a pesquisar e a
publicar os resultados na web.

Para entrar em contato:

Galeria de Imagens
Vegetação








































Link-me
Pegue meu link






Visitas


amigos já passaram por aqui



online no momento



Créditos


Todos sabemos que a população do planeta cresce em níveis extremamente altos,mas vestibulandos prestem atenção neste tema pois pode ser tema da redação da UNICAMP em 2007!
por isso ai vai um conceito para voces estudarem...

O Crescimento vegetativo

Esse processo pode ocorrer em três fases distintas:

A Primeira fase pode tambem ser comhecida como ou Pré-industrial, e é caracterizada pelo equilíbrio demográfico e por baixos índices de crescimento vegetativo, devido as altas taxas de natalidade e de mortalidade. Neste periodo nascem muitos, mas morrem muitos. A elevada mortalidade era dresultado das precárias condições higiênico-sanitárias, das epidemias, das guerras, fome, etc.

Na Segunda fase ou transicional,ocorreu num primeiro momento, a redução da mortalidade com o fim das epidemias e os avanços médicos (decorrentes da Revolução Industrial e urbana), porém a natalidade ainda se manteve elevada, ocasionando um grande crescimento populacional.

Terceira fase ou Evoluída, é a etapa em que a transição demográfica começa a se completar, com a retomada do equilíbrio demográfico, agora apoiado em baixas taxas de natalidade devido ao planejamento familiar eficiente e as novas tecnicas de contraconcepção, e também baixas taxas de mortalidade. Estão nessa fase os países desenvolvidos, a maior parte dos quais apresenta taxas de crescimento inferiores a 1% e até negativas.

 Escrito por Professor Paquito às 13h29
*
*

Vestibulandos lembrem-se da entrada da Venezuela no MERCOSUL este ano, tema quernte para vestibulkar, Leiam...

A reunião do Mercosul por Marcelo Salles

                A 32ª Reunião de Cúpula do Mercosul, realizada no Copacabana Palace nos dias 18 e 19 de janeiro, no Rio de Janeiro, transcorreu sem sobressaltos. Os presidentes dos países que integram o bloco deram seguimento aos debates que vinham sendo propostos nos encontros anteriores e assinaram acordos importantes nas áreas de política, economia, comércio, segurança e defesa, saúde, educação, desenvolvimento social, cultura, meio ambiente, energia, transporte, ciência e tecnologia. Um desses pontos, que foi impulsionado durante a presidência do Brasil no Mercosul, foi a “desdolarização” do comércio entre os países do bloco. De acordo com o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, trata-se de um “passo inicial no longo caminho para eventual união monetária”. O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, saudou o entendimento entre Brasil e Venezuela, que prevê a destinação de US$ 120 bilhões para a construção do primeiro trecho do Gasoduto do Sul: “Vemos com muita alegria o acordo entre Brasil e Venezuela”.

               No primeiro dia da reunião, foi celebrado um dos acordos mais expressivos na área de energia de todo o mundo. Na "Golden Room" do Copacabana Palace, Hugo Chávez, Lula, José Gabrielli, presidente da Petrobrás, e Rafael Ramírez, presidente da PDVSA, anunciaram a criação de uma empresa mista para desenvolver o campo de petróleo extra-pesado de Carabobo-1 e outra para projetar, construir e operar a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O presidente uruguaio, Tabaré Vasquez, destacou a importância dos países que têm economias menores. Há um entendimento dos países da região de que é preciso respeitar as diferenças para que haja maior integração regional. Como disse o embaixador argentino no Brasil, Juan Pablo Lohle, “Bolívia e Venezuela são muito bem-vindas ao Mercosul”. O presidente venezuelano aproveitou a ocasião para sugerir aos demais países do bloco que aumentassem a participação do Estado na economia, e reafirmou sua posição de lutar pela implantação do socialismo na Venezuela. “Os EUA consomem mais de 20% de toda energia produzida no mundo, mas possuem apenas 5% da população total. O planeta não suporta esse modelo. O capitalismo é o caminho da destruição do planeta”, disse Chávez. O presidente venezuelano também lembrou que o espaço radioelétrico de seu país pertence ao Estado, ao povo. Com isso, Chávez se defendia das críticas de que violava a liberdade de imprensa. “Esperamos que o contrato da RCTV chegasse ao fim e decidimos não renová-lo porque essa empresa viola a Constituição constantemente”, afirmou.

                Para concluir, Chávez lembrou a seus colegas que “hoje o imperialismo está concentrado sobretudo no plano econômico. O FMI é uma arma do imperialismo norte-americano, o Banco Mundial é uma arma do imperialismo. E tantas outras instâncias”, disse ressaltando que “agora nosso Banco Central é nosso”. Ele disse ainda que das 300 maiores empresas que atuam no âmbito do Mercosul, 40% são transnacionais. E fez um alerta: “Estas grandes transnacionais não estão interessadas em nossa integração; pelo contrário, estão interessadas em nossa desintegração”, concluiu. Evo Morales Ayma, presidente da Bolívia, pediu pressa e coragem aos presidentes para o enfrentamento dos problemas. “São quase quinze anos de Mercosul em que os problemas sociais se aprofundaram. Há mais pobres hoje. Há famílias oligarcas que só querem o povo para exportar; há famílias que só querem o Estado para roubar. A concentração do capital em poucas mãos não é a solução para os nossos problemas”, disse. Pouco depois, Morales se dirigiu ao presidente brasileiro: “Me desculpe Lula, mas não é possível que a Bolívia continue subvencionando o gás para o Brasil. Vendemos para a Argentina por 5 dólares o metro cúbico e para Cuiabá vendemos a 1 dólar. Não queremos um preço solidário, queremos apenas um preço justo”, disse o presidente boliviano.

              As últimas eleições na Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina e Uruguai redefiniram o papel do Mercosul. O que antes era um bloco restrito a integração econômica, hoje passa a ser também uma proposta de integração dos povos. Há um claro entendimento entre os países de que é preciso expandir o Mercosul e levar mais investimentos para as áreas sociais. Na avaliação do embaixador argentino Juan Pablo Lohle, “as iniciativas neoliberais dos 90 chegaram a crises onde a gente foi excluído, a pobreza aumentou, e os recursos se concentraram em poucas mãos. Isso provocou naturalmente uma mudança no sentir popular em toda essa região”, disse à CarosAmigos. Com a entrada da Venezuela, iniciada em julho de 2006 e formalizada seis meses depois, há um acréscimo de 7,7% ao PIB total do Mercosul e de 11,6% à sua população. A Bolívia também já é considerada um Estado associado, ao lado de Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e Venezuela. Chile, Peru, Equador e Colômbia participam na condição de Estados Partes. Para Celso Amorim, “a expansão do Mercosul até o Caribe reforçará a percepção de que o Mercosul é uma realidade continental e ajudará a visualizá-lo como a espinha dorsal da integração da América do Sul”. Marcelo Salles é jornalista e correspondente da Caros Amigos no Rio de Janeiro.



 Escrito por Professor Paquito às 23h42
*
*

Venho dizendo sempre que esse tema é muito cotado para vestibular...

Leiam:


O “encolhimento” das populações do Japão e da Rússia

Por outro lado, cerca de 50 países, em sua maioria considerados desenvolvidos, como a Alemanha, Itália e Japão vão perder população até 2050. A Rússia representa um caso emblemático no que diz respeito à quantidade de população que o país está “perdendo” e ainda deverá perder. Se por exemplo, compararmos o “encolhimento demográfico” da Rússia e do Japão veremos que sua causa, dinâmicas e conseqüências são bem diferenciadas.

Excetuando-se o período da Segunda Guerra Mundial, o Japão só começou a apresentar uma diminuição absoluta de sua população entre 2004 e 2005. A perda populacional nesse período foi de aproximadamente 20 mil habitantes. Essa diminuição já vinha sendo prevista desde a década de 1970 e tem como causas fundamentais a queda da taxa de natalidade a níveis muito baixos e o aumento da mortalidade.

Possuindo um dos mais elevados padrões de vida do mundo, os casais japoneses têm cada vez menos filhos ao mesmo tempo em que a expectativa de vida é cada vez maior. Hoje o país está entre aqueles com maior participação de indivíduos idosos em relação à população total. Esse segmento etário é aquele mais suscetível a determinados tipos de doenças, especialmente gripes. Em suma, a diminuição numérica da população nipônica nada mais é que um dos sintomas do seu alto nível de desenvolvimento.

O caso da Rússia é bem diferente. Primeiramente, a diminuição da população russa é mais antiga e muito mais expressiva numericamente falando que a japonesa. Nos últimos dez anos a população da Rússia encolheu em cerca de 10 milhões de indivíduos. Hoje ela é de 143 milhões e, mantidas as tendências demográficas, ficará reduzida a mais ou menos 100 milhões em 2050. As causas gerais dessa sangria populacional são a queda da natalidade, o aumento da mortalidade e a emigração.

Na época da União Soviética, de maneira geral, os jovens casavam com pouco mais de 20 anos e logo tinham filhos. Hoje essa situação é adiada ao máximo. Mas, a natalidade é também contida, e muito, pelas dificuldades econômicas que se acentuaram após o fim da União Soviética (1991). A caótica transição para a economia de mercado levou à ampliação do desemprego, ao rebaixamento dos salários, ao déficit crônico de moradias, aumento do custo de vida e dos serviços de saúde. Segundo o Banco Mundial, 20% da população russa vive hoje abaixo do nível de pobreza, recebendo o equivalente à R$ 90,00 por mês.

A elevada mortalidade na Rússia não está ligada aos efeitos decorrentes do expressivo número de idosos como no Japão. A singularidade reside na elevada taxa de mortalidade precoce entre indivíduos do sexo masculino, situação atribuída ao elevado consumo de álcool e tabaco e também pelas tensões geradas pelos problemas econômicos que o país vem atravessando. A guisa de comparação, a expectativa de vida de um russo é de 59 anos, enquanto a de um nipônico é de 79.

Desde a desintegração da União Soviética em 1991, muitas pessoas de origem russa que viviam em outras repúblicas que compunham a URSS, retornaram para a pátria-mãe. Ao mesmo tempo, milhões de russos deixaram o país em busca de melhores condições de vida principalmente em países da Europa Ocidental, Estados Unidos e Israel. Embora esse movimento de saída aparentemente esteja diminuindo, estimativas indicam que nos últimos dez anos, cerca de 5,5 milhões de cidadãos russos abandonaram o país.

Curiosamente, os governos tanto do Japão como o da Rússia face à situação demográfica atual lançaram programas que estão recompensando financeiramente os casais que se disponham a ter mais filhos.



Fonte: http://www.clubemundo.com.br/revistapangea/show_news.asp?n=320&ed=4

 



 Escrito por Professor Paquito às 23h31
*
*